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Anglicanismo - português, Artigos

“…se alguém quer ser o primeiro, será o último e servo de todos” (Mc 9,35)


“…se alguém quer ser o primeiro, será o último e servo de todos”

(Mc 9,35)

Uma reflexão sobre o episcopado

(Presentação no Concilio Eleitoral para eleger o novo bispo diocesano, da Diocese Anglicana de São Paulo/DASP, realizado no Instituto Salesiano Pio XI, Rua Pio XI, 1100, Alto da Lapa/SP, nos dias 6-7 de Junho de 2007.)

Introdução

Gostaria ante todo, agradecer a Dom Hiroshi a oportunidade e a possibilidade que me dá de apresentar estas reflexões sobre o episcopado neste importante momento da Diocese Anglicana de São Paulo.

Confesso que só depois que aceitei o convite me dei conta da grande responsabilidade que Dom Hiroshi colocava sobre meus ombros. Por isso, pedi muito a Deus que me iluminara para que a través de minhas imperfeitas palavras, pudesse trazer ante vocês uma modesta contribuição que ajudasse a sintonizar suas mentes e seus corações, agora que têm a grande responsabilidade de eleger o Pastor de Pastores, o Pai em Deus, que presidirá sobre o clero e o povo desta diocese nos próximos anos.

E como o ofício episcopal é acima de tudo pastoral, e não nos encontramos numa sala de aulas, quero que minhas palavras sejam uma reflexão teológico-pastoral sobre o ministério cristão em general e sobre o ministério episcopalem particular. Eé por esse caminho que irão minhas reflexões.

Os ministérios no Novo Testamento

De acordo com a tradição evangélica, a única forma de ministério que o próprio Jesus encolheu foi o ministério Dos Doze. E eles receberam a missão de proclamar as boas noticias do Reino a todas as pessoas: marginados, oprimidos, doentes, excluídos (Mc 16,15-20; Lc 4,16-21).

As primeiras comunidades cristãs como testemunha 1 Cor 12 e 14, se caracterizaram pela multiplicidade e diversidade de dons e ministérios: os que profetizam, os evangelistas, aquele que ensina, quem interpreta línguas, quem faz milagres. De fato, a evolução para formas de ministério mais complexas esteve estreitamente relacionada com a própria evolução do movimento de Jesus durante a vida, e particularmente após a morte dos apóstolos.

Nos Atos dos Apóstolos vamos encontrar as primeiras formas de ministérios que aparecem após a morte e ressurreição de Jesus. Trata-se do ministério dos Sete Diáconos, que procedentes das comunidades helenistas da dispersão, já mostram a direção da missão além das fronteiras da Palestina. Já em Atos e na Carta a Tito aparecem os anciãos ou presbíteros como centro dessas comunidades da diáspora (At 14,23; Tt 1,5), e junto a eles os diáconos e diaconisas (Rm 16,1; 1 Tm 3,11). A maneira de clarificação gostaria expressar que o termo ancião vem da tradição judaica enquanto presbítero da tradição helenista, mas representam as mesmas funções.

Já na Carta aos Filipenses aparece a figura do bispo (lit. episcopos) vinculado aos diáconos (Fl 1,1). Porém, ao que todo indica, em At 20,17.28, em 1 Tm 3 e em Tt 1,5, a figura do bispo se apresenta como sinônimo de ancião ou presbítero. De maneira que aqueles que são mencionados como bispos no Novo Testamento são realmente anciãos ou presbíteros.

Literalmente falando o termo “episcopos” tem o sentido de ecônomo, supervisor, alguém que organiza e administra. Porém, se vem é certo, ao que parece, que a primeira função destes anciãos, presbíteros ou bispos era supervisionar e manter a ordem e a fé nas comunidades, sua principal tarefa é pastoral, ou seja, “apascentar a Igreja de Deus” (At 20,28).

Os ministérios na Igreja antiga

Na Carta de Clemente de Roma (?-107) aos Corintios e na Didajé (Ensino dos Doze Apóstolos), escritos muitos reverenciados de finais do século I, ainda não existe uma clara distinção entre os bispos e os presbíteros. Contudo, estabelecendo um vínculo com a comissão dada aos apóstolos e os bispos/presbíteros, afirma Clemente em sua Carta  aos Corintios, “eles [os apóstolos] designaram suas primícias quando eles as tinham provado pelo Espírito, para serem bispos e diáconos àqueles que deveriam crer”.

Mas a diferenciação de funções, as quais durante a época apostólica e sub-apostólica, podem representar as mesmas pessoas, vai aparecer a partir do século II nos escritos dos chamados Padres da Igreja, Ignácio de Antioquia (c.35-107), Policarpo de Esmirna (c.69-155), Ireneo de Lyon (c.140-202) e Cipriano de Cartago (c.200-258).

Particularmente, na Carta de Ignácio de Antioquia aos Efésios, de princípios do século II, já vemos claramente refletida a tríplice distinção de funções entre bispos, presbíteros e diáconos. Ignácio relaciona o bispo com a paternidade de Deus, os presbíteros com os apóstolos e os diáconos com o serviço à comunidade.

Na Carta de Ignácio aos Efésios lemos:

“Para Burro, meu companheiro de serviço, vosso diácono segundo Deus, bendito em todas as coisas, desejo que permaneça a meu lado para fazer-vos honra a vós e ao vosso bispo…  Também convêm caminhar de acordo com o pensamento de vosso bispo, o qual vós já vocês fazem. Vosso presbitério, justamente reputado, digno de Deus, está conforme com seu bispo como as cordas à cítara. Assim em vosso sinfônico e harmonioso amor é Jesus Cristo quem canta. Que cada um de vós também, se transforme em coro, a fim de que, na harmonia de vossa concórdia, vocês tomem o tom de Deus na unidade, vocês cantem a uma só voz por Jesus Cristo ao Pai, a fim de que lhes escute e que lhes reconheça, por vossas boas obras, como membros de seu Filho. É, pois, proveitoso para vós o ser uma inseparável unidade, com o fim de participar sempre de Deus”.

Mas também Cipriano de Cartago expresso:

“O bispo é um que surge de muitos para que, a partir da pluralidade, se constitua a unidade”, e também, “o ofício episcopal é um todo uno e indivisível, e os bispos, como indivíduos, juntamente o compartilham”.

Desta maneira se afirma o ofício episcopal, em primeiro lugar, como símbolo de unidade da Igreja e do ministério cristão. Em segundo lugar, como um todo indivisível que os bispos juntamente o compartilham e onde cada bispo se constitui em um vínculo de comunhão da Igreja do seu lugar com outras Igrejas locais. Finalmente o ofício episcopal se constitui em símbolo de comunhão e unidade não apenas com a Igreja de hoje, senão também com a Igreja das gerações que passaram, assim como com a Igreja das gerações do futuro.

Essa evolução, e particularmente o destaque dado à função episcopal é conseqüência de diferentes fatores. Em primeiro lugar, a morte dos apóstolos, lideranças reconhecidas por serem as testemunhas diretas do evento Cristo. Em segundo lugar, as disputas e divisões nas comunidades, como vemos nas cartas paulinas. Em terceiro lugar, o aparecimento das heresias como testemunham as cartas tardias do Novo Testamento e os escritos dos Padres. Finalmente, as perseguições tanto por parte das lideranças do judaísmo, como dos romanos.

Então, como bem expressou Dom Sebastião Gameleira Soares, a afirmação do ministério episcopal como ministério pessoal está intimamente relacionada com a consolidação básica do cânon das Escrituras como critério de referência para a fé e a identidade eclesial, ante a necessidade de garantir a identidade e coesão das comunidades. Estabelecem-se, assim, a uma, a regra de fé (as Escrituras) e os guardiões da fé (os bispos).[1]

Assim, a partir desta distinção, as funções, tarefas e o ministério do bispo se apresentam como:

  • ministério da unidade,
  • ministério da comunhão,
  • e ministério da palavra.

O ofício episcopal na Comunhão Anglicana

Não é o momento nem o objetivo analisar ou descrever agora a evolução do ministério cristão ao longo da historia da Igreja. Somente algumas considerações que em minha opinião me parecem oportunas.

Desde o mesmo começo da Igreja de Inglaterra como Igreja independente e separada de Roma, Richard Hooker, que poderia ser considerado um dos Padres do pensamento teológico anglicano, reafirmou a importância do episcopado para a vida da Igreja. Com sua teoria sobre o bene esse, ou seja, “para o bem-estar da Igreja”, afirmou a importância do episcopado como parte fundamental da tradição histórica da Igreja, e como símbolo de catolicidade, de unidade e de comunhão.

É certo que a reforma trouxe outras formas de ministérios, mas os teólogos anglicanos sempre têm rejeitado pronunciar-se desfavoravelmente sobre a situação daquelas comunidades que perderam ou abandonaram o episcopado e a tríplice forma de organização do ministério.

Será a partir das Conferencias de Lambeth que diferentes documentos anglicanos têm definido a posição anglicana sobre o episcopado e o ministério cristão. Assim, Lambeth 1888, no chamado Quadrilátero Chicago-Lambeth, que pode ser considerado um espelho típico do pensamente eclesiológico anglicano, reafirmou a importância do episcopado histórico, fazendo a ressalva de “devidamente adaptado às necessidades locais”, como princípio anglicano para a organização da vida da Igreja. Com relação às comunidades que perderam ou abandonaram o episcopado e a tríplice forma de organização do ministério cristão, Lambeth 1920 expressou que como anglicanos reconhecemos que existem outras formas de ministérios “que têm sido abençoadas pelo Espírito Santo como médios de graça”. Mas a conferencia de Lambeth de 1948 afirmou que é um princípio unificador de todos os anglicanos “a aceitação do episcopado como parte da vida da Igreja e da ordenação episcopal como a norma da Igreja”.

Então, a pesar de que na Comunhão Anglicana existem diferentes opiniões sobre o episcopado e sua significação, é consenso a aceitação do episcopado histórico e a ordenação episcopal como princípio para a organização da vida da Igreja, assim como pré-requisito para o estabelecimento de relações de inter-comunhão com outras comunidades cristãs..

Apascentar a Igreja de Deus

Longe de pensar do bispo como um pastor de todos e todas, muitas vezes se pensa dele como a cabeça da diocese, ou um administrador, ou um organizador, ou um dirigente de muitas reuniões. Mas devemos olhar para o episcopado à luz do envio dos apóstolos, se nós quisermos vê-lo corretamente.

A Dioceses Anglicana de São Paulo reflete nesta ocasião sobre o episcopado num momento particularmente importante de sua vida: a eleição de um novo bispo, de seu novo Pastor Principal, do Pastor de pastores, de seu «Pai em Deus». E como expressei ao princípio desta reflexão, mas que uma palestra acadêmica gostaria fazer desta oportunidade uma reflexão teológica pastoral sobre o episcopado.

Mas é sabido que no há uma teologia anglicana, porque não somos uma Igreja confessional. Mas se há uma atitude anglicana ou um pensamento teológico anglicano. E nossa fé encontra-se na Bíblia e em nossa liturgia. Por tanto, não há uma elclesiologia anglicana, ou uma teologia anglicana sobre o ministério, mas sim um pensamento teológico anglicano que podemos encontrar nos ritos de ordenação de diáconos e presbíteros, e de sagração dos bispos.

E quero agora tomar para refletir sobre o episcopado, as promessas que fará no momento de sua sagração, a pessoa que será eleita neste Concilio, ante os bispos da Província, e ante o clero e o povo da dioceses. Nessas promessas encontram-se resumidas as funções do ofício de bispo, em sintonia com a tradição da Igreja, mas encontra-se também o que se espera que seja o novo Pai em Deus da Dioceses Anglicana da São Paulo.

a) Obedecer a Cristo e servir em seu nome…

No momento de sua sagração o novo bispo vai prometer que “obedecerá a Cristo e servirá em seu nome”; e também promete “ser misericordioso com todas as pessoas….. e mostrar compaixão pelos pobres e defender aos desprotegidos” .

É muito simbólico e significativo que desde o princípio o ministério dos bispos e o diaconato estiveram estreitamente vinculados, e assim se apresentam juntos na 1 Carta de Timoteo (1 Tm 3).

E diaconia é serviço. É pela diaconía que Jesus se define assim mesmo em Mc 10,45: “o Filho do Homem não vinho para ser servido, mas para servir”. E esse Jesus servo é colocado como o modelo para a missão dos discípulos e discípulas: ter o espírito de Jesus é servir, obedecer a Jesus é servir: “se algum quer ser o primeiro, seja o último de todos e o servidor de todos” (Mc 9,35).

Na prática da Igreja antiga os diáconos e as diaconisas eram encarregados, em nome da Igreja, de prestar socorro aos necessitados, e de trazer para o interior da comunidade o lamento dos pobres, dos marginados, dos desprezados, dos excluídos, para despertar a consciência da comunidade a realizar ações concretas a favor deles. Hoje poderíamos dizer que o ministério dos diáconos simboliza e expressa o vínculo entre a Igreja e o mundo, particularmente o mundo dos mais necessitados. E esse ministério está estreitamente vinculado ao ministério do bispo. Por isso, nada mais longe do ofício episcopal que dar as costas aos necessitados, às pessoas que sofrem de opressão ou angustia por causa de qualquer mecanismo de opressão, assim como aos desafios que vêm do mundo e da cultura.

Então, obedecer a Cristo, ter o espírito de Cristo e servir em seu nome, não significa procurar a Deus afastado da realidade, mas procurá-lo e experimentá-lo na construção e promoção da vida. E construir e promover a vida se concretiza na prática do amor, da solidariedade, e do compromisso evangélico com o fazer justiça.

Por isso se diz que a principal ordem sagrada é a dos diáconos, e que cada presbítero, e cada bispo é acima de tudo e sempre, um diácono.[2] Assim, quando o bispo é chamado de Pai em Deus, se significa que, como um pai com seus filhos e filhas, tem que estar sempre aberto a todas as pessoas, mas particularmente os desprezados, oprimidos, desvalidos, excluídos, marginados, discriminados, diferentes, e angustiados de qualquer condição.

Em fim, o bispo, como Pai em Deus é garantia e testemunha permanente do amor de Deus para com todas as pessoas, de qualquer condição, tanto na Igreja como no mundo. Deve ser sempre e para todos e todas, pai, irmão e amigo.

b) Proclamar e interpretar o evangelho de Cristo

Também no momento de sua sagração o bispo eleito promete “proclamar e interpretar o evangelho de Cristo para iluminar e despertar a consciência do povo”. Isto está em sintonia com a Carta a Tito e a tradição da Igreja antiga quando se expressa que o bispo “deve ser competente em ensinar… fiel na exposição da Palavra, capaz de ensinar a sã doutrina, como também de refutar os que a contradizem” (Tt 1,9).

Mas certamente não se espera que o bispo seja um especialista em Teologia, porém, tem de ser dotado de senso pastoral e de percepção teológica. Porque, interpretar as Escrituras, deve significar reconhecer que elas têm que ser lidas, estudadas e interpretadas à luz da tradição e a razão (Richard Hooker), e tendo em conta a realidade política, econômica e cultural presente. Certamente a cultura globalizada, e os câmbios culturais atuais demandam uma nova reflexão sobre o anuncio do evangelho. Porque se as Escrituras não são lidas, estudadas e interpretadas desse jeito serão letra morta do passado e não palavra viva para o presente.

Mas, acima de tudo, pede-se que o bispo não somente pregue por palavras, mas que pregue com sua própria vida. E assim se expressa 1 de Pedro 5,2-3: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho”.

c) Guardar a fé, a unidade e a disciplina

Guardar “a fé, a unidade e a disciplina da Igreja” é outras das promessas que vai realiza o bispo eleito no momento de sua sagração. E certamente o episcopado tem a ver fundamentalmente com a fé, a unidade e a disciplina da Igreja. Mas como expressou Cipriano de Cartago, o bispo é aquele que “surge de muitos para que, a partir da pluralidade, se constitua a unidade”.

Na carta de Paulo aos Efesios se fala da Igreja como um corpo com muitos membros (Ef 4). E há diferentes dons e funções. E cada uma das funções e importante. Mas o bispo não é a cabeça do corpo. A cabeça é Cristo e o bispo deve ser o símbolo da presença de Cristo no meio da comunidade. Desta maneira, o bispo é aquele que é escolhido para representar e simbolizar a relação entre Cristo e a Igreja, mas não para estar acima da Igreja. É aquele que está chamado a construir a unidade a partir da diversidade, o qual significa que e Igreja é como uma grande orquestra, com muitos e diversos instrumentos, que somente juntos e unidos serão capazes de interpretar uma bela sinfonia. Por isso o bispo também promete “apoiar os dons e ministérios de todos e todas”.

Então, construir a unidade da Igreja não quer dizer fazer da Igreja um corpo uniforme e homogêneo, porque para isso é preciso excluir. E nada mais longe dos princípios evangélicos que excluir. Construir e defender a unidade significa reconhecer que a Igreja é um corpo plural e diverso. E isto implica, como diria Jaci Maraschin, construir a unidade a partir do respeito e da aceitação do plural, diverso e diferente, com uma grande dosagem de amor[3].

d) Unir-se aos bispos, apoiar e pedir conselho dos presbíteros e orientar os diáconos

Finalmente, o bispo aqui eleito vai prometer “Unir-se a seus irmãos bispos no governo da Igreja, apoiar e pedir conselho dos presbíteros e orientar e animar aos diáconos”. Isto é o que no anglicanismo chama-se “autoridade dispersa ou compartida”, ou para usar um termo teológico: comunhão.

Então, o bispo não está chamado a impor à Igreja seus próprios pontos de vista – por melhores que possam parecer – nem seu próprio pensamento teológico ou sua ideologia política. Sua missão é expressar o consenso da Igreja e, ao mesmo tempo, ajudá-la a elaborar esse mesmo consenso segundo a fé, ajudá-la a abrir-se e deixar-se interpelar por novos sinais de Deus na comunidade e na história…O ministério episcopal é serviço de escuta e de diálogo permanente, e ser irmão entre irmãos, pastor de pastores; é articular a comunhão de toda a Igreja enquanto presidente do colégio dos presbíteros[4]. Em palavras de Cipriano de Cartago: “Nada fazer sem o conselho dos presbíteros e sem o consenso do povo”.

Conclusão

E termino estas reflexões pedindo que Deus mande com poder e força seu Espírito Santo sobre este Concilio para que seja capaz de eleger a pessoa certa para presidir, como Pai em Deus, com carinho e amor, o clero e o povo desta dioceses. Alguém que, como muito bem também expressou Dom Sebastião Gemeleira, embora pecador como nós, seja suficientemente humilde a ponto de não ser para si mesmo, mas apto para pôr em seus ombros o NÓS que caracteriza a Igreja, para que se constitua a unidade a partir da pluralidade[5].

Muito obrigado pela oportunidade e pela paciência.

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Notas/referências bibliográficas

[1] Dom Sebastião Gameleira Soares, “O episcopado a partir do Novo Testamento” (apostilha circulando pela Internet).

[2] John Booty, “Richard Hooker”, em: The Spirit of Anglicanism,Connecticut, Morehouse-Barlow, 1979, p.42.

[3] Jaci Maraschin, “Inclusividade ou exclusividade?”, em: Simpósio Acadêmico Anglicano de Teologia Anglicana no Brasil – O conceito de inclusividade, Porto Alegre, Centro de Estudos Aglicanos, 2004, p.65.

[4] Dom Sebastião Gameleira Soares, “O episcopado a partir do Novo Testamento” (apostilha circulando pela Internet).

[5] Dom Sebastião Gameleira Soares, “O episcopado a partir do Novo Testamento” (apostilha circulando pela Internet).

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